que grite com franqueza
você homem imundo...
egoísta e impotente,
não vê a sua fraqueza,
não vê a sua baixeza,
você homem infecundo...
efêmero,
calculista, imponente,
não nota a sua aspereza,
não nota a sua frieza,
você homem moribundo..
individualista, incoerente,
não merece boa ventura,
não merece soltura.
calculista, imponente,
não nota a sua aspereza,
não nota a sua frieza,
você homem moribundo..
individualista, incoerente,
não merece boa ventura,
não merece soltura.
Para você, homem,
do nada oriundo,
aqui é a sua prisão,
o tempo o escraviza,
a realidade o pressiona,
e você já não vê razão,
não lhe resta um segundo...
Mas você, homem,
reflita como é infundo
o que transformou sua mão,
o que cria e preconiza,
é momentâneo, emociona,
mas, desmedia é a sua perdição.
Guerras, armas, destruição,
mortes, discriminação e dores,
fome, pestes, conspiração,
perseguições, violência, rumores..
Você, ser racional, homem,
esta do poço em seu fundo,
você, causou a sua extinção,
com suas palavras suaviza
o impacto da degradação..
você tem medo de si mesmo,
seu espelho sente sua angústia,
nas suas noites se confunde
com o monstro em que se tornou.
Você?
É o desequilíbrio do mundo.
(Noemi C. Prado)
Canetas porosas sobre papel sulfite t. A4
do nada oriundo,
aqui é a sua prisão,
o tempo o escraviza,
a realidade o pressiona,
e você já não vê razão,
não lhe resta um segundo...
Mas você, homem,
reflita como é infundo
o que transformou sua mão,
o que cria e preconiza,
é momentâneo, emociona,
mas, desmedia é a sua perdição.
Guerras, armas, destruição,
mortes, discriminação e dores,
fome, pestes, conspiração,
perseguições, violência, rumores..
Você, ser racional, homem,
esta do poço em seu fundo,
você, causou a sua extinção,
com suas palavras suaviza
o impacto da degradação..
você tem medo de si mesmo,
seu espelho sente sua angústia,
nas suas noites se confunde
com o monstro em que se tornou.
Você?
É o desequilíbrio do mundo.
(Noemi C. Prado)
Canetas porosas sobre papel sulfite t. A4

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